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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Sino dos ventos de canequinhas



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Prá começo de conversa, as fotos não lhe fazem justiça.
Sem querer parecer arrogante (tenho horror a esse atributo triste), este sino dos ventos ficou bem mais gracioso pessoalmente.
A ideia começou a tomar forma pelo fato que eu queria porque queria ter várias canequinhas de ágata. 
Só que, para tomar o café, sinceramente, não me são confortáveis. Talvez pela mão grande, as pequenas asas não me encaixam bem nos dedos e para lhe segurar pelo "corpinho" não dá: o café lhe aquece demais.
O que fazer então com esses belezuras? Um sino dos ventos! Ao levá-las na sacola da loja para casa, seu tilintar era tão agradável que me veio a inspiração.
A princípio, um bule vermelho seria o suporte superior. Porém, depois de pesquisas de preços, vi que a brincadeira não sairia tão barata e me daria dó furar o bulinho.
Um vasinho esmaltado de vermelho resolveu a questão.
E acumuladora que é acumuladora sempre tem material de artesanato guardado para "emergências", usei contas de vidro coloridas para dar mais charme e alegria. Impossível notar nas fotos mas, a cada conta de vidro uma miçanga vermelha lhe faz companhia, em cima e em baixo.
Foi uma ideia deliciosa de por em prática!


9 comentários:

Claudia disse...

Oi, Rê! Ficou lindo na foto também! Sempre tenho essa impressão também, que as coisas fofas não ficam tão vistosas pelo olhar da câmara. Mas no seu caso acho que não, pois eu até ouço o barulhinho bom que vem do seu lindo sino dos ventos....kkk. Quem sabe eu não passo aí pra ver ele pessoalmente e tomar uma xícara de café contigo? Beijos amiga, Clau.

trapos a voar disse...

Ficou um graça ! E aposto que faz um som bem relaxante.
Curioso que eu à pouco tempo comprei, aí no Brasil, umas canequinhas como essas mas de louça. Adoro o design vintage, a minha avó usava umas bem parecidas. As minhas uso mesmo para o café, mas se não se partissem ficava tentada a copiar o seu espanta espíritos. Bjo

Regina Saraiva disse...

Olá Rebeca,

Encantador seu sino dos ventos, amei, uma inspiração deliciosa, já guardei no meu caderninho de projetos para o verão. De verdade que são lindas mas nada práticas para bebidas quentes, costumava servir caldinho de feijão nas minhas, depois de deixar os amigos com os dedos ardendo resolvi guardar no armário só para enfeite, rs.
Beijo e bom final de semana.

Bolhinhas de Sabão para Maria disse...

Artista é sempre criativa e você Rebeca é artista demais! ficou simplesmente um charme e mimoso seu Sino dos Ventos.. Aqui eu chamo de mensageiro dos ventos..

Eu não digo acumuladora, digo artista mesmo que sempre tem as coisas em casa pronta para dar vazão à mais uma invenção!

Gracinha de texto que compôs muito bem esse mensageiro/sino lindo...

Agora vi a rua..rs

Duas coisas:
* Adoro canequinhas esmaltadas e sou doida por um conjuntinho, e com bule ou chaleira no meio.. tenho as duas... só faltam as canecas rssss
* Eu consegui ver as miçanguinhas vermelhas em cima e embaixo..

Lindo de viver...
Viu..agora que recebi seu texto por e-mail, aqui estou...

Beijos e queijos...

Tê e Maria ♥

PequenaIv disse...

Olá Rebeca...

Amei o seu Sino dos ventos!
Muito gracioso e criativo.
O colorido das canequinhas e os
detalhes ficaram mesmo uma peça única
e belíssima!
Adorei, parabéns!
Beijo
Ivete

*

Frida Lucia disse...

Ficou muito lindo! Ampliando a foto dá para ver bem os detalhes.

Sei bem como queimam os dedos essa canequinha, na casa da minha mãe tem e como ela sabe que gosto de cafe bem quente, sempre me serve nelas, elas são uma fofura, me lembram muito a infância.

Bjos. Frida Lucia

Angélica D disse...

Que encantador ese móvil de los vientos !! Jamás imagine uno con tazones

Amara Mourige disse...

Que lindo Rebeca, adorei a ideia!Obrigada pelo lindo comentário lá no blog.
Beijinhos e luz!
Amara

Val disse...

Ideia deliciosa e linda, Rebeca. E ampliando as fotos, dá para ver direitinho seu capricho com as contas e missangas. Engraçado como lhe veio a ideia de um sino dos ventos ao ouvir o tilintar no saco de compra! já viu como nos assalta a inspiração? quando menos se espera! Agora, cada vez que vejo peças em esmalte, me lembro de vc. Aqui não são tão caras, daria para não ter tanta pena de furar o bule rsrsrs!
Sobre os presentes que fiz com os bolbos, escolhi as peças velhinhas da seguinte forma: para a Margarida, pessoa simples, a lata, também singela. Para a Tita, muito ligada à estética, a molheira que mais curvas tinha (a minha preferida) e para a Andrea, por sinal, minha irmã, a molheira azul e branca, clásssica, tal como ela!
Beijo Grande, Rebeca!

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