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Piracicaba, SP, Brazil
Sou casada, tenho um filho, amo viver, adoro trabalhos manuais, música, filmes, antiguidades etc.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Capa para banco de carro





Sendo muito sincera, nem sempre priorizo coisas úteis para costurar. O que eu quero mesmo é me divertir costurando.
De vez em quando aparece uma necessidade e tento juntar com a brincadeira que é costurar.
E a necessidade aqui foi esta capa para o banco traseiro do meu carro. 
É que tenho por companhia, muitas vezes, minha Mafalda, a bulldog inglesa mais "gente" boa do mundo! E a danada, como todo cachorro, adora passear de carro, fica quietinha e às vezes até cochila.
Só que minha queridinha solta pelos, muitos pelos. E como ela é branquinha, o forro preto do carro fica horrível!
Resolvi arregaçar as mangas, acelerar o pedal da minha máquina de costura e confeccionar esta capa.
O tecido estava guardado há coisa de dois anos. Novamente ressalto a importância de se acumular tecidos, hehehehehe (quem me entende levanta a mão!).
Por incrível que pareça este tecido é chita! Sim, nossa chita brasileira, e das boas. Nunca imaginei que existissem chitas com outras estampas além das floridas, e não é que me deparei com essa? E com esse desenho lindinho de fusca, totalmente irresistível!
Levei dois metros, que se mostraram ótimo investimento: renderam esta capa para acomodar minha Mafaldinha e ainda sobrou tecido ( felizmente!).
Do outro lado, usei napa, que tornou a capa impermeável.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Fazendo bijuterias



     Dia desses,  desmontei de vez um colar que arrebentou. Como as peças eram boas e bonitas,  achei que valia a pena remontá-lo ou mesmo dar-lhe novo aspecto (coisa que ainda não fiz, hehehehe).
    Separei tudo em cima da mesa e fiquei pensando onde arrumá-las. Uma volta na cozinha me fez lembrar dessa petisqueira tão gentilmente oferecida como recordação de uma festa de aniversário.
    Essa coisa de aproveitar um objeto, feito originalmente para uma função, para outra totalmente diferente, dá uma nova vida a muitas coisas. Esse foi o caso e quis vir aqui só para dar compartilhar uma ideia bacana e que facilita muito o manusear das pequenas peças.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Um bebê chamado Sailor












     Sailor, como o Pedro, dono da colcha anterior, também é um bebê prestes a chegar. 
   Sua mãe exibe uma barriga linda, linda, de 7 meses. No rosto, a felicidade de quem espera alguém que, definitivamente, mudará sua vida para melhor.
     Penso que ter um filho é um aprendizado completo.
    Você aprende a decifrar choros (quase que aprende uma língua nova: a linguagem dos bebês!) decora nome de remédios, conhece pediatras (médicos que você nunca tinha ouvido falar!), fica perita em cocôs (pela cor, sabe se tem algo errado! Vira praticamente uma investigadora dos humores do pequeno intestino). E muito mais.
    Esta colcha foi feita com cores e tema náutico, que tem tudo a ver com Sailor. Não sei se aumentando as fotos vocês conseguirão ver os detalhes dos tecidos: há barcos e faróis.
    Além do pequeno travesseiro, desta vez fiz uma almofada em formato de barco. Dentro, coloquei dois guizos, que provem alegre tilintar quando sacudidos.
    Agora é esperar pelo pequeno marinheiro.








sexta-feira, 26 de junho de 2015

A colcha do Pedro













   Pedro é um bebê a caminho. Desde já é muito querido e desejado e sua existência já ocupa seus pais e até nós, que nem o conhecemos ainda. 
   Ponho mãos à obra e lhe costuro uma colchinha, emendando os retalhos com linhas cheias de carinho, de bons pensamentos e boas vibrações.
   Em cada detalhe imagino Pedro, o bebê sorridente e fofo que daqui a pouco estará entre nós, encantando e trazendo alegrias.
   Tenho por hábito fazer a colcha e uma pequena almofada ou travesseiro. Desta vez, quis fazer também um rolinho que, além de enfeitar seu berço, pode contê-lo para que não vire de barriga prá cima após a mamada (e depois do arroto, claro).
   Foi um aprendizado porque nunca antes tinha feito um desses. Não achei modelo nem tutorial que ensinasse a fazer do jeito que eu queria e achava que o Pedro gostaria. Dessa forma, saiu este rolinho que pode facilmente ter sua capa lavada: é só afrouxar o laço de um dos lados e retirar o rolinho básico que tem lá dentro.
   Espero que esta colchinha traga toda espécie de aconchego e que seja usada, muito usada, por esta criança abençoada que já, já estará por aqui.




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