Quem sou eu

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Piracicaba, SP, Brazil
Sou casada, tenho um filho, amo viver, adoro trabalhos manuais, música, filmes, antiguidades etc.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Sunbonnet





   Sabe aquela camponesa fofa, a sunbonnet? É vista frequentemente nos trabalhos de apliquê e patchwork. Pois fiquei pensando que aquele chapéu devia existir de verdade, em algum lugar.
   E que seria um bom chapéu para proteger a linda cabecinha de uma pequena vizinha.
   Dai a dúvida: será que sou capaz? E gente, eu sou!!!!
   Como vocês podem ver, ficou um chapéu simpático e delicado, leve para não esquentar cabeça nenhuma, mas que protege do sol.
   O laço embaixo do queixo mantém fresca a mais levada das cabecinhas, pois segura o danadinho e dá um charme bem feminino.
   Tomara que seja útil e lhe acompanhe em muitos passeios.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bolsa de menina







Bolsa feita para uma menina de 9 anos, que frequenta a escola com a bolsa da mãe.
Quer tanto ser uma mulher que mete a bolsa da mãe no ombro e sai toda serelepe para a escola.
Enternecido, o pai me encomenda uma bolsa para que a menina possa levar à escola os cadernos e livros e ainda tenha um certo charme.
A cor favorita? Roxo. Não é nem lilás, ela gosta mesmo é de roxo.
E como fazer do roxo uma cor assim delicada, assim com o frescor da infância? Penso que misturando com outras cores alegres .
Desenvolvo a bolsa com esse pensamento: "roxo alegre, roxo alegre". E numa explosão de cores e roxo pelo meio, sai esta bolsa.
O tecido estampados com meninas chama "Amigas" e é da Renata Blanco. O fundo é azul-marinho, como as alças.
Como brinde, envio uma bolsinha combinando para guardar os lápis. 
Dessa forma, agora ela vai para a escola toda charmosa, com bolsa própria e tudo.


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Um pouco mais de doçura, por favor

   
  
  Outro dia, fui a um antigo depósito de doces que existe há muitos anos aqui, em Piracicaba. E fazia também muitos anos que por aquelas bandas não ia.  Tanto tempo havia se passado que fiquei na dúvida se o depósito ainda existia.
   Dirigindo a caminho, grande saudosismo me atacou: por que deixei de frequentá-lo? Por que não percorri mais vezes seus corredores mal iluminados, não estimulei mais suas vendas? Se é que havia fechado, a culpa, além de minha, era de gente como eu que com o tempo foi abandonando  pequenos comércios familiares e se debandou para os grandes supermercados. Minha culpa!
   Conforme fui chegando à rua do dito depósito, mais e mais pesado ficava meu coração. E dei de romancear minhas lembranças: o bom velhinho que ficava no caixa, seu filho jovem e prestativo ao lado; o colorido dos doces e suas embalagens alegrando o depósito e minha gula.
   Relembrei de algumas festas abastecidas lá, quando meu filho era apenas uma criança. Que tempo bom!
   Quando dei por mim, estava em frente ao estabelecimento e, para minha surpresa, ele ainda existia!
   Sim, o velho e bom depósito de doces estava ali, de portas abertas e braços açucarados prontos para me abraçar.
   Entrei feliz com essa volta ao tempo, e senti mesmo que tudo em minha volta congelava.
  De pronto reconheci o filho do velhinho, já ele mesmo quase idoso.  Empolgada lancei meu mais alegre "boa tarde". Ele, de óculos na ponta do nariz, só esboçou um cumprimento mudo,  muito mal humorado.
   A iluminação continuava ruim, como antes. As prateleiras estavam apenas parcialmente ocupadas: grandes lacunas denunciavam uma grande venda ou uma grande falta.
   Ele continuou contando moedas, cabisbaixo e sem nenhuma vontade de ser simpático.
  Percorri triste aqueles corredores e juro que queria fazer uma grande compra mas, desanimada, abracei um pacote de paçoquinhas, paguei e fui embora.
   O velhinho não existia mais, o filho era antipático e ranzinza, os doces já não eram os mesmos.
   Fiquei pensando que faz mesmo sentido as coisas passarem de uma vez, embora isso traga saudades e às vezes melancolia.
   E analisando mais ainda, vi que a Rebeca que percorria aqueles corredores também não era mais a mesma: os anos passaram para mim também e a moça que por lá ia, hoje é uma senhora em busca de um tempo que não volta mais, para o bem e para o mal. Então, está tudo certo e que bom que a via é exatamente como é.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Fim de Páscoa








O que a Páscoa me rendeu, além dos quilinhos extras? Algumas costuras, claro!
Fiz duas capas de almofada,  forrei uma cadeira de ferro preta e também fiz uma almofada em forma de osso prá Mafalda.
Fiz ainda uma cortina de pia prá casa da minha mãe mas, por distração, esqueci de fotografar, então vocês terão que acreditar em mim, provas eu não tenho, hehehehe.
Foi um fim de semana com a Sexta-feira Santa de bônus, ou seja, delicioso!
Sério que sou uma defensora do fim de semana de três dias! Gente, como eu teria mais tempo prá costurar!!!!!!!!!!
Seria bem mais justo, concordam? Trabalharíamos 4 dias e "descansaríamos" 3.
Sei que posso estar reclamando de "barriga cheia", como costumamos dizer. Afinal, tem gente que também trabalha aos sábados, não tem? Então porque reclamo? Porque a vida é assim mesmo: queremos sempre mais. Então posso fazer meu discurso: FIM DE SEMANA DE TRÊS DIAS JÁ!!!




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