Adoro detalhes. Adoro antiguidades. Adoro casas velhas. Adoro cidades que preservam seu passado, seu patrimônio. É preciso coragem para não permitir que casas sejam derrubadas para que seus terrenos deem lugar à estacionamentos ou prédios "modernos". Não é prá qualquer um.
O que é ser moderno? É simplesmente destruir o passado para construir algo novo? E por que o novo é melhor? Por que a destruição é necessária? Vemos alguns exemplos onde o novo e o antigo coexistem de forma funcional.Então, por que assistimos cidades apagando seu passado como se fosse algo prá se envergonhar? E as propriedades particulares nunca têm donos à sua altura? Não compreendo tanta demolição. Isso me entristece mais que aos proprietários, com certeza. Fico em luto a cada casa antiga derrubada.
Num desses domingos fomos prá Tietê, uma agradável cidadezinha aqui de perto.
Não resisti e registrei alguns belos exemplos; uns mais preservados e outros precisando de restauração.
Uma escola ostenta numa das paredes uma mapa do Brasil da época que o Acre ainda nem pertencia ao território brasileiro! E está lá, bela, faceira e preservada. Adorei conhecê-la!
3 comentários:
Completamente de acordo!
Já percebi que partilhamos o mesmo sentimento em relação aos lugares e à recuperação da sua história.
Tenho pena que seja assim.
Lindo carro!
Nossa... muito legal as fotos... Tiete té cheio dessas belezuras.
O carro é um DKV, e é do Sr. Bruno, proprietário da banca de jornal da praça...
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