Meu Dia das Mães foi realmente emocionante.
Meu filho tatuou na pele o meu amor pelas máquinas de costura.
Pintou na carne a marca de um gosto meu, em minha homenagem, sem pensar no que poderiam achar, ou dizer, ou estranhar. Uma máquina de costura. Um garoto (tá, já quase um homem!) de 18 anos faz um presente assim, para sua mãe.
Crava na pele a lembrança da sua mãe envolta em máquinas, tecidos, tesouras, alfinetes.
Eu, uma patchworkeira sem pretensões maiores a não ser a de me divertir, ganho um presente desses.
E fico boquiaberta, e com medo, e com orgulho.
Penso no grande amor que nos une, no quanto ele tem de mim, no quanto eu sou dele.
Nós dois já fomos um, ninguém pode esperar menos do que isso, um amor eterno e sem restrições.
Filho, mesmo sabendo que você não lerá isso, pois até amor de filho tem limites e seguir meu blog de costura não é bem sua praia, tenha certeza que adorei. E que tem em mim, prá sempre e mais um pouco, uma mãe sempre ao seu lado.
Te amo...

