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Piracicaba, SP, Brazil
Sou casada, tenho um filho, amo viver, adoro trabalhos manuais, música, filmes, antiguidades etc.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Bolsa / saco



   Outro dia, arrumando um armário em casa, encontrei uma bolsa de tecido preto que ganhei do meu marido e filho anos atrás. Usei tanto, mas tanto, que um dia guardei prá dar um tempo dela. E esqueci. Foi ficando cada vez mais no fundo do armário.
   Aí, quando nos reencontramos, e após matar as saudades, vi que era um modelo bem legal de se fazer. 
   E mede daqui, mede dali, achei que dava prá tirar o molde e fazer outra.
   Já tinha esse tecido grossinho guardado e fiz a primeira prova com ele. E não é que deu certo?
   O melhor de tudo é que dá bem menos trabalho que os outros modelos de bolsa que faço.
   Resulta numa bolsa molinha, que se adapta ao nosso corpo sem fazer volume e nos estorvar.
   Fica bem fechadinha em cima e cabe bastante coisa.
   E permite muitas variações nos tecidos, nas combinações. Já tenho várias ideias  para esse molde que
me esperava no fundo do armário.



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Bolsa da Carol






A bolsa mais nova que fiz! E fiz especialmente para uma pessoa que trabalha com meu marido.
Seu nome é Carol e não a conheço pessoalmente, mas ouço falar de sua competência, de seu raciocínio rápido, de sua presteza.
E é uma funcionária pública como eu, embora trabalhemos em prefeituras de cidades diferentes.
Há, aqui no Brasil, uma espécie de senso comum em se dizer coisas não muito positivas acerca de nós, os funcionários públicos.
São comentário bem generalizados, onde se difunde a ideia de que somos folgados, temos muuuitos privilégios e poucos afazeres.
Confesso que esse tipo de pensamento me irrita e me revolta, assim como as pessoas que se comportam dessa forma, fazendo jus aos falatórios mais desfavoráveis.
A maioria dos funcionários que conheço, são esforçados e trabalhadores. Como tudo na vida e nas pessoas, existem os bons e os maus. Numa loja, onde os vendedores ganham por comissão, ou seja, seu salário depende das vendas que conseguir fazer, somos sempre bem atendidos? Nãããão. Então!
Por essas e outras razões, vamos valorizar o serviço bem feito e bom atendimento, venha de onde ele vier. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Agenda com capa de tecido importado




   Juro que o fundo das fotos era branco. E até as editei outro dia mas  hoje, na hora de postar e impossibilitada de qualquer melhora, deparo-me com este cinza-meio-encardido. Mas vá lá, quero postar e mostrar a agenda feita sob encomenda.
   Usei este tecido que adoro e que tem cara de saudades. De carta antiga, de flor seca guardada dentro de livro, de carimbo postal.
   Saudade do tempo em que escrevíamos mais à mão, que o carteiro não trazia só contas, que usava-se papel de carta.
   Nostálgica? Acho que podem me acusar disso. Parece que tenho saudades até de coisas que não vivi, coisas anteriores mesmo à minha existência. Talvez seja a mania de pintarmos com cores mais alegres as telas do passado. Vai ver que todo mundo que gosta de antiguidades e velharias é assim.  
   Ou me veio faltando algum parafuso...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Dado de tecido




   Este dado foi feito aprendendo como se faz. Foi assim: uma vizinha, mãe de um meninho fofo e loiro, comprou um dado com números. Achou uma maneira divertida de ensiná-lo. Não era um dado de tecido, era algo como courvim (ou seja, é tecido mas não é, né?)
   Pensando nisso, me perguntou se dava prá fazer um outro dado com as vogais, para ensiná-lo as letras da mesma forma que os números.
   Como o dado tem 6 lados e as vogais são 5, o pai sugeriu o "G", de Guilherme, o nome do pequeno, no sexto quadrado.
   E parto para mais uma aventura costureira, de fazer o que não se sabe para aprender.
   Na letra " I ", embuti um zíper para que o dado possa ser esvaziado e lavado. Enchi com algodão siliconado e no meio, coloquei alguns pequenos guizos que fazem um som agradável ao se jogar o dado. Nada estridente.
   Tecidos bem coloridos porque criança gosta de cor e de alegria. E pronto.  O Gui tem um dado novo e eu já posso incluir no meu currículo: "fazedora de dados". A sorte está lançada.
 
 




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